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Para Didi-Huberman, a casca, a parte mais superficial de uma árvore, testemunha visualmente o que uma árvore é. “A casca não é menos verdadeira que o tronco. É pela casca [...] que uma árvore se exprime”. É por intermédio da casca que a árvore se apresenta a nós. É pela casca, irregular, fragmentada, variada, que a árvore se torna visível. A casca está agarrada à árvore como seu elemento conjuntivo.

 

[1] DIDI-HUBERMAN, Cascas, p. 70.

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